Atitudes de Futuros Empreendedores

futuros empreendedores

O britânico Elvis Costello começou sua carreira como programador de computador, antes de se tornar cantor e compositor. Whoopi Goldberg era maquiadora em uma funerária quando descobriu a brilhante atriz que existia dentro de si. Sylvester Stallone estava muito ocupado limpando jaulas de leões em um zoológico do Central Park antes de interpretar Rock Balboa. Andrea Bocelli foi advogado até 34 anos, quando criou coragem de se dedicar ao canto em tempo integral.

Estas são apenas Atitudes de Futuros Empreendedores, mas que fizeram uma mudança radical em suas vidas, a questão é quando você vai acordar seu lado empreendedor e fazer aquilo que realmente você gosta ou aquilo que realmente trará os resultados na sua vida que sempre quis faça sua escolha essa é uma decisão que somente você pode tomar.

 

Na história, vários são os exemplos de profissionais que ousaram repensar suas vidas e promover uma mudança.

Resultado: focaram as próprias energias para algo que fazia mais sentido para eles. Há um quê de simplicidade na felicidade. A grandeza para o sucesso não é algo distante, impossível ou apenas para escolhidos – todos nós podemos conquistar esse nível de consciência.

Uma pesquisa indica que apenas 5% da população evolui durante a vida, ou seja, VIVEM; os outros 95% vão nascer, EXISTIR e morrer nos mesmos padrões que aprenderam ou criaram na família ou sociedade.

Quando o desafio é definir metas para atingir objetivos, o processo de mudança é inevitável. Envolve repensar crenças, padrões comportamentais, conhecer a própria essência, se livrar de reações desagradáveis.

Nossa mente necessita de exercícios que a fortaleçam, e entender onde (em que nível neurológico) a mudança deve ocorrer facilita e muito a transformação. A regra da tentativa é simples e inconsciente: fazemos e avaliamos o resultado.

Se for positivo, ótimo, a tendência é repetir o comportamento em outras circunstâncias. Mas se for negativo, a tendência é desistir, não tentar novamente.

Geralmente generalizamos o resultado e terceirizamos a responsabilidade de nosso fracasso para a economia, a política, outras pessoas ou para a empresa na qual trabalhamos

“Se quiser começar com o pé direito nesta vida de empreendedor indico fortemente que conheça este treinamento”

“É aquela história, se a culpa é minha dou ela para quem eu quiser. Brincadeiras à parte, esse comportamento é muito comum. Não aceitamos a derrota, é incompatível com nossa natureza”, afirma a Coach Vânia Dobrovolski.

 

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